domingo, 5 de maio de 2013

Umbanda de Preto Velho...





'Quem vive e sente a pureza da Umbanda está sempre Feliz, pois sabe que mesmo nos momentos difíceis está evoluindo e aprendendo... 
Até quando tropeçam, tropeçam para frente.' 
Vovô Joaquim d’Angola.






Chora meu cativeiro, meu cativeiro, meu cativerá
Chora meu cativeiro, meu cativeiro, meu cativerá

No tempo da escravidão quando o Senhor me batia
eu gritava por Nossa Senhora
meu Deus o chicote duia

Chora meu cativeiro, meu cativeiro, meu cativerá
Chora meu cativeiro, meu cativeiro, meu cativerá

No tempo da escravidão Preto velho muito trabalhou
Ñ tinha o q penssar e entregava problemas para nosso senhor
E quando chegava a noitinha Preto Velho pegava o tambor
Sentava em sua senzala Saravá pai ogum saravá pai Xangô

Chora meu cativeiro, meu cativeiro, meu cativerá
Chora meu cativeiro, meu cativeiro, meu cativerá

No tempo da escravidão Preto Velho sabia rezar
Sentava em sua senzala e tocava macumba até o sol raia

Chora meu cativeiro, meu cativeiro, meu cativerá
Chora meu cativeiro, meu cativeiro, meu cativerá

sábado, 13 de abril de 2013

Logum ou Ologum.


Ogum é um orixá cultuado nas religiões de Umbanda e Candomblé, correspondendo a São Jorge, na Igreja Católica no sincretismo religioso. Seu dia é o 23 de abril.
Logum ou Ologum (olo = senhor, Gum = guerra, ou seja, o senhor da guerra ou guerreiro) é uma divindade da cultura Iorubá, região onde localiza-se hoje a Nigéria. Nos domínios de Obéocutá, seu culto era essencialmente agrário, como ainda o é, é a divindade do ferro, quem produz as ferramentas necessárias ao cultivo. Nesta Região, poucos são os que dominam a arte de fundir e moldar o ferro de forma manual. Por isso, todos que dominam esta técnica são protegidos de Ogum.
Na África, a organização teológica funciona de modo diferente à forma como se desenvolve a religiosidade afro no Brasil. Lá, as pessoas acreditam que a divindade Iorubá é um ancestral comum aos moradores da tribo, cidade, ou etnia. No caso, grande parte das pessoas que praticam as religiões "tradicionais" da região de Obéocutá, acreditam que Ogum seria seu ancestral divinizado.
Quanto ao mito, Ogum é lembrado como conquistador e caçador, como quem sempre defendeu os seus e sempre proveu de alimentos sua tribo. Contudo, no Brasil seu mito muda de aspecto, devido a lógica da escravidão, os africanos acabam por exaltar outros aspectos desta divindade, de forma a contemplar seus anseios, buscando se livrar dos castigos dos seus senhores, passavam então a privilegiar o aspecto guerreiro e violento da divindade.
Ogum é o guerreiro, general destemido e estratégico, é aquele que veio para ser o vencedor das grandes batalhas, o desbravador que busca a evolução.
Defensor dos desamparados, segundo a lenda, Ogum andava pelo mundo comprando a causa dos indefesos, sempre muito justo e benevolente. Ele era o ferreiro dos orixás, senhor das armas e dono das estradas. Irreverente, pois é um orixá valente, traz na espada tudo o que busca.
É o protetor dos policiais, ferreiros, escultores, caminhoneiros e todos os guerreiros.

Festa Para A Cavalaria de Ogum!!!!


Ogum (em yoruba: Ògún) é, na mitologia yoruba, o orixá ferreiro,[1] senhor dos metais. O próprio Ogum forjava suas ferramentas, tanto para a caça, como para a agricultura, e para a guerra. Na África seu culto é restrito aos homens, e existiam templos em Ondo, Ekiti e Oyo. Era o filho mais velho de Oduduwa, o fundador de Ifé, identificado no jogo do merindilogun pelos odu etaogunda, odi e obeogunda, representado materialmente e imaterial pelo candomblé, através do assentamento sagrado denominado igba ogun.
Ogum é considerado o primeiro dos orixás a descer do Orun (o céu), para o Aiye (a Terra), após a criação, um dos semideuses visando uma futura vida humana. Em comemoração a tal acontecimento, um de seus vários nomes é Oriki ou Osin Imole, que significa o "primeiro orixá a vir para a Terra".
Ogum foi provavelmente a primeira divindade cultuada pelos povos yorubá da África Ocidental. Acredita-se que ele tenha wo ile sun, que significa "afundar na terra e não morrer", em um lugar chamado 'Ire-Ekiti'.
É também chamado por Ògún, Ogoun, Gu, Ogou, Ogun e Oggún. Sua primeira aparição na mitologia foi como um caçador chamado Tobe Ode.[2]

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Próxima Sessão :

Atenção Amigos nossa próxima sessão sera  de Preto Velho dia 12/01/2013 ás 20hs e 30mim Contamos com a presença de todos os amigos 

domingo, 16 de dezembro de 2012

Limpeza de final de ano, marque seu dia e hora ....

Atenção amigos final de ano esta chegando e a hora da nossa limpeza também vamos entrar o ano de 2013 deixando todas as cargas negativas para traz e pedindo ao nosso grande pai Xango e Mãe Iansa um ano de muita Luz,Paz,Amor ,Prosperidade e União por isso AGENDE JÁ o dia de sua limpeza que serão dias 18,19 e 20/12 apartir das 18hs maiores informações pelo fone:30771018 ou 92903950-98190298 c/ Mãe Carmem Matheo

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

A caridade não se faz, se pratica. A cada novo dia, a cada hora da vida. Não se leva nada do mundo a não ser a lição aprendida, a sabedoria absorvida, as emoções guardadas e a caridade que se pratica – fundamental para todo aquele que conhece e descobre que a caridade é a fonte da alma que ilumina o caminho. Nenhuma força maior da natureza rompe ou desfaz quem atua com a caridade, pois ela é reconhecida e contemplada, e nada e nem ninguém contraria ou desvirtua este comportamento sereno e firme.

A caridade é a semente de proveito e de resultado, no entanto, não se comercializa, não é gerada à força e nem pela brutalidade. Aquele que vive com a culpa não conhece a caridade, mas sim com a fútil e desagradável ação de fazer, pois deve e se cobra. Aquele prefere bens materiais ou ter atos egoístas, não conhece a caridade, mas sim o bem de consumo, a palavra que negocia a alma em momentos breves e fugazes.

Pare, pense e remonte seus ideais. A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Plante sementes de caridade como: dar uma palavra, saber ouvir uma palavra, sentar ao lado de alguém, acompanhar alguém, ter tempo para dividir com alguém, manter uma porta aberta para receber alguém, e para acolher uma alma. Na próxima esquina que passar e surgir um pedido como: “você tem um tempo para mim?”, pense e analise, mas não se afaste.

A caridade é iniciada no lar, acompanha os amigos, os colegas, os dependentes do seu trabalho, os vizinhos e toda pessoa que passar em sua vida. Todos estão ligados a esta força, pois a caridade nada mais é que uma fonte que incentiva, alegra, gratifica e nos torna almas evoluídas e carismáticas.

Abençoado é aquele que pratica a caridade com o coração e a razão, pois tudo no universo é equilíbrio, fonte do ser e do saber.

domingo, 4 de novembro de 2012

                                                     
                                                     

PRÓXIMA SESSÃO CORIMBA DE EXU DIA 10/11/12 ÁS 21HS CONTAMOS COM PRESENÇA DE TODOS OS AMIGOS